Integrada por sindicatos, movimentos populares e associações representativas de diversos segmentos sociais, a FRENTE CABANA pretende organizar-se para enfrentar as dificuldades presentes e as que são anunciadas, à medida em que a carruagem passa. Àqueles nos quais ainda resta o espírito cabano bastará abrir o www.facebook.com/adua-andes, às 17:00 de Manaus, neste sábado, 16-01-2021.

0 visualização0 comentário

Nicolas Maduro, Presidente da Venezuela, tem lá seus podres. Como os têm quase todos os que, semelhantes a ele, praticam certa forma de democracia difícil de engolir como tal. Assemelhando-se à boa parte dos governantes vivos, quaisquer a latitude e a longitude da nação governada, o tosco Maduro permite fazer tábula rasa de análises de toda espécie. Não é porque ele tenha sobre os ombros desde tolices como a intermediação de pássaros em seus contatos extraterrenos com Chávez, que haveremos de repudiá-lo. Em nação maior, com população multiplicada em relação ao do país vizinho, se aos pássaros não é vedado o voo, há goiabeiras de onde se pode contemplar a divindade. Uma coisa pela outra... Chega a surpreender a disposição do governante venezuelano, que oferece oxigênio aos brasileiros sufocados pela covid-19 e seus acólitos, defensores e parceiros nacionais. Seria o caso de aplicar velho brocardo, cada dia menos lembrado: de onde menos se espera, é dali que as coisas vêm. Tivesse ele a rodeá-lo diplomatas desinteressados da saúde do Mundo (em todos os sentidos, entendam-me!), o gesto sequer seria pensado. A recepção de seus compatrícios, em Roraima, não foi exatamente manifestação de solidariedade e humanitarismo. Nem os governantes brasileiros agiram sem a conhecida arrogância em relação aos demais latino-americanos, a ponto de deixa-los agradecidos pela recepção. Em grande medida, foi a solidariedade dos mais pobres (sempre eles) dentre os cidadãos do nosso lado da fronteira, responsável pela ajuda prestada aos venezuelanos emigrados. Mesmo assim, os podres de Maduro parecem reservar um sentimento de fraternidade e humanitarismo que nossos governantes teimam em agredir - até à morte. Dos outros, como se tem visto...

2 visualizações0 comentário

Firmada por todos os ex-Presidentes vivos da entidade, Carta ao Público de profissionais inscritos no Conselho Regional de médicos de São Paulo - CREMESP, reivindica a pronta e vigorosa manifestação da entidade sobre a situação sanitária do Estado. A atuação dos governos estadual e federal é criticada, em especial quanto à submissão dos aspectos científicos do problema da pandemia a interesses políticos entre interessados na disputa de cargos eletivos. Nem o governador paulista, nem o Presidente da República desfrutam da simpatia, do apoio e das graças dos médicos, cerca de 140 mil que se mantêm inscritos naquele Conselho. Houvesse mais entidades profissionais mostrando publicamente sua insatisfação, dificilmente o cenário seria totalmente voltado aos piores interesses e aos maus nefastos propósitos. Talvez o número de mortos pela covid-19 não fosse tão grande, nem o sofrimento sobretudo dos mais pobres chegaria ao ponto a que chegou. Sente-se pouca - ou quase nenhuma - mobilização dos advogados, classe de profissionais que tem trajetória marcada pelo patrocínio e apoio às melhores causas republicanas. Há como certo estado hipnótico, a impedir a reação que qualquer sociedade legitimamente empenhada em construir um mundo melhor renunciaria. Renúncia talvez seja a melhor palavra para denominar a conduta das lideranças dessas categorias.

0 visualização0 comentário

Arquitetado e Produzido por WebDesk. Para mais informações acesse: wbdsk.com

Todos os Direitos Reservados | Propriedade Intelectual de José Seráfico.