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Peça confeccionada em balata, mesmo material usado na confecção da imagem postada em 01 de fevereiro de 2020. Foi comprada do autor da outra e, como sua companheira, venceram-na o calor e a umidade. Restam, portanto, os frangalhos dos que expressavam o cavaleiro por ambas representado. Seu Montesinos terá sido a galeria do colecionador. Nem por isso foram tratados como despejo. Permanecem, cada qual dentro de seu túmulo, nestes tempos em que os valores e sonhos do cavaleiro da Mancha parecem fenecer.

 
 
 

Adquriida em Barcelona, a peça foi presente recebido da irmã do colecionador, Maria Georgina Seraphico de Assis Carvalho. Confeccionada em acrílico, mede 21cm X 14cm.

 
 
 


*Obra do poeta, também pintor Elpídio Nunes, doada pelo autor ao editor deste blogue, como presente de aniversário - do próprio autor de Há Poesia em Tudo, no dia do lançamento desse livro, no Museu da Cidade. Usando técnicas diferentes, a obra também pode ser sentida por deficientes visuais. Por enquanto, está exposta no salão de entrada do Museu, de onde sairá, para exposição em outro local da cidade de Manaus. Depois, será integrada à coleção de imagens de Dom Quixote, mantida por José Seráfico. O quadro, assim, contém vários sentidos e desafia a percepção dos que as veem e tocam. Pintura e Poesia em feliz enlace.



 
 
 
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