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Agora, qualquer insinuação de que se trata de intenção conspiracionista cai por terra. Investigações há meses realizadas constatam o que apenas parecia denúncia sem fundamento. Grupos nazifascistas vêm operando no País, inclusive com práticas que os colocam no rol dos terroristas. São dezenas de grupos articulados entre si e operando em quase todos - se não em todos - os Estados. Classificadas pela Polícia Federal como gabinetes do ódio, essas organizações vão além da disseminação de mentiras e acusações sem provas, além de proclamações com teor nazifascista. Chegando ensinar como se produzem armas e a identificar e divulgar os alvos a serem atingidos, quando decidirem, sempre na obscuridade, praticar seus atentados. Para os que conhecem o fenômeno e o tem acompanhado, mundo a fora, o ataque à sede dos poderes, em 08 de janeiro de 2023 parecerá brincadeira. A tentativa de desqualificar as urnas eletrônicas, portanto, não se limita a mera expressão de uma divergência, diante do que nos porões dos ambientes avessos à democracia se vem tecendo. Por isso, e para impedir o derramamento de sangue tão sonhado pelos herdeiros de Hitler e de outros nazifascistas, é preciso que o Ministério Público, a Polícia Federal e os demais órgãos vinculados à segurança se antecipem. E assegurem investigação rigorosa, ao final da qual, e obediente ao devido processo legal , sejam desmontadas as organizações criminosas e mandados seus responsáveis e seguidores para o lugar por eles merecido - a penitenciária. Alguns deles já estão e estarão lá, esperando os que, aproveitando-se da democracia contra a qual se jogam, não podem ser tolerados. É grande portanto, a responsabilidade dos órgãos de segurança e investigação, tanto quanto do Ministério Público e do Poder Judiciário.

 
 
 

Este ano, os Estados Unidos da América do Norte elegem Presidente. A Casa Branca poderá receber o mesmo e execrável ocupante que lá demora há 4 anos. Enquanto os eleitores votavam segundo o rito republicano, apesar de contestado pelo eleito, este transformava-se no soba que pretende destruir o Mundo. O autoritarismo, a ganância, a brutalidade e a aversão de Donald Trump, todavia, não conseguem ao menos atrasar a decadência do império que cabe a ele administrar. Estimulando, financiando e participando do extermínio do povo palestino, ameaçando tomar territórios estrangeiros, interferindo nas questões internas dos paises ou bombardeando locais distantes do continente americano, Trump revela o desespero dos que, sem esperança ou argumentos, pagarão qualquer preço para evitar o previsível sinal. Tão preocupados com a conquista de novos territórios, a submissão de outros povos ao seu autoritarismo e o controle de nações soberanas, Donald Trump não consegue quebrar a resistência de seus próprios compatrícios. Vem daí a série de derrotas experimentadas por ele, nas eleições primárias. A mais recente delas, a vitória de candidato democrata, de corrente vinculada ao DSA- Democráticos Socialistas da América, no Michigan. Nesse movimento, outros candidatos democratas disputarão com ampla probabilidade de superar seus concorrentes republicanos. Em Wisconsin, brevemente, poderá ser dada mais uma resposta desfavorável ao soba de olhos azuis. Uma retomada, em relação ao declínio que Trump vem administrando e agravando? Ainda não se sabe. É alvissareiro, porém, observar que nem todos os cidadãos norte-americanos concordam com os maus propósitos, modos e decisões de Trump. E as ameaças que ele representa para a paz mundial.

 
 
 

Em exílio imposto pelo medo de ser apanhado pela polícia brasileira, o zero-três-à-esquerda não fugiu ao hábito: chorou e atribuiu a (por enquanto) doce prisão de seu pai a um "psicopata de merda". Essa a expressão por ele mesmo usada, referindo-se ao magistrado que conduziu o devido processo legal relacionado à tentativa de golpe de estado, desbaratado em 08.01.2023. Foi mais longe, ainda, ao levar à praça os maus usos, práticas, palavras e valores aprendidos em casa. Chegou, em sua repetitiva choraminga, a investir contra correligionários e cúmplices, desta vez escolhendo o ex-colega, deputado Kim Kataguiri. Dessa figura lamentável, disse o parlamentar cassado sorrir e zombar, enquanto filhos têm sido afastados de seus pais, levados à prisão ou ao refúgio. Memória fraca, também, a do verme que vende o Brasil à ganância de sua própria família, e à cobiça de seus hospedeiros. Se ele esqueceu as gargalhadas, piadas e, não raro, desaforos proferidos por seu sentenciado pai, quando mais morriam brasileiros durante a pandemia, os familiares, parentes e amigos das 700.000 vítimas da covid-19 jamais o esquecerão. Nem deixarão passar por menos o sentimento de nojo e repulsa a ele e sua família, quando a Interpol o devolver ao Brasil. Aqui, o que se espera é a Justiça ser feita, tanto e cada dia mais numeroso o rol de crimes cometidos (e descobertos) pela comunidade que traz seu impublicável sobrenome, a que não faltam cúmplices.

 
 
 
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