top of page

Enquanto Trump não desfizer a ordem de Marco Rubio sobre o combate a organizações criminosas, podem-se imaginar alguns tiros no próprio pé. Dentre os crimes, a lavagem de dinheiro é apontada. Organização criminosa classificada assim pelo STF já levou alguns delinquentes aos presídios. Repito a pergunta postada ontem: e as milícias? (NAONDA, 30-06-2026).

 
 
 

https://www.taquiprati.com.br/cronica/1841-memorias-da-resistencia-a-ditadura--egydio-schwade-e-o-cimi A nossa história começa em meados do séc. XIX, quando colonos alemães migraram para o interior do Rio Grande do Sul, onde criaram a “Colônia Feliz” no Morro das Batatas, por eles denominado Batatenberg. Deixaram herdeiros, entre eles Philomena e Augusto Schwade, que tiveram 13 filhos. Egydio, o nono, que completou 91 anos em 2026, dedicou a vida à defesa dos povos indígenas e, por isso, foi perseguido pela ditadura militar. Sua história é narrada em Da causa perdida aos indigenismo encarnado: a trajetória de Egydio Schwade nos anos de chumbo (1972-1980).

Este livro, que será lançado em julho, se originou na tese de doutorado do historiador Tiago Fonseca dos Santos defendida em 2024 na Universidade Federal do Amazonas.

 
 
 

Oportunista e elitista é o mínimo que se tem dito de Luciano Huck. O portal Terra, no entanto, minimiza as preconceituosas declarações do apresentador e - pior que tudo - atribui antissemitismo aos que o criticam. O comentarista (anônimo, diga-se) do portal sequer mostra as mentiras (só por extrema leniência as chamaríamos ignorância) sobre as quais repousam os conceitos emitidos por Huck, em relação ao Bolsa Família. Auditado por entidades internacionais respeitadas, esse programa tem dado oportunidade à ainda frágil probabilidade de ascensão social aos excluídos brasileiros. Que não são poucos, nem dispõem de avião adquirido com recursos do BNDES. É fácil posar de isentão, se isso pode pavimentar o caminho do poder. De experiências semelhantes os brasileiros já estamos fartos.

 
 
 
bottom of page