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Aumenta a expectativa dos brasileiros, a propósito da decisão de Donald Trump, tal um soba da pior espécie e ainda mais nefasta perversidade, em relação à pretensão de agredir as nações que não fazem ecoar sua maligna inclinação ditatorial. Ainda mais quando, bajulado pelo que de pior tem a sociedade brasileira, ele ameaça atender à choraminga dos derrotados. Rejeitando, ele mesmo, essa condição, outra coisa ele não tem feito, seja em relação ao seu país, seja quanto todos os demais países do mundo. Exceção seja feita, quando ele conta com a ação e a pregação dos traidores. Estes, os há em todos os continentes e em todos os países. Passando por cima de todas as regras que tentam estabelecer a paz no Planeta, o soba norte-americano utiliza-se da desonestidade e da mentira de seus vassalos, na tentativa de impor sua vontade e, ao menos, desacelerar a tendência de sua nação, a despeito de toda força de seu arsenal atômico, conquistar a posição de irrelevância que suas decisões e seus atos tão bem justificam. Claro que ele não está sozinho. Sustentam suas botas e sua brutalidade, as traições cometidas por nativos de outras nações, em muitos casos temerosos de que o Estado Democrático de Direito os envie para o lugar que, com méritos lhes cabe - o presídio. O papel que o Brasil passou a jogar, no concerto internacional, desde 2022, incomoda os que produziram a desigualdade, pouco se lhes dando se o País e sua população perdem com isso. Sabujos ricos, para esse tipo de gente, traidora por DNA, vocação e preferência, será sempre melhor que uma posição honrada e respeitável sobre o futuro da pátria e dos brasileiros. Sequer se pode medir qualquer grau de consequência nas últimas molecagens cometidas pelos zero-qualquer-algarismo-à-direita. Pelo menos, é o que indicam as investigações levadas a efeito, não apenas pela Polícia Federal. As milícias, a que se ligam e a quem servem muitos dos áulicos do soba louro, inevitavelmente serão inseridas dentre as organizações que Trump tacha de terroristas. Basta aprofundar as investigações, e logo se assistirá a mais um dos deploráveis episódios, marcados pelo patético e pela mais reles autoflagelação. É dos capítulos a que ainda assistiremos, até que estejam lotadas todas as dependências da Papuda e congêneres. Em certos casos, não faltarão espaços onde acomodar tanta gente acostumada ao esgoto.

 
 
 

Andreza Matais


A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de classificar o CV e o PCC como organizações terroristas levantou uma pergunta no Judiciário brasileiro: e as milícias?

Nas palavras de um ministro do Supremo, “faltou alguém na sala”.

A indagação alcança o senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro, que atribuiu a si parte do mérito pela iniciativa de Trump contra as duas maiores facções criminosas do país. Dois dias antes do anúncio, Flávio esteve com o presidente americano e afirmou ter tratado do assunto.

Não houve, porém, qualquer menção ao enfrentamento das milícias, cujas lideranças, como é de conhecimento público, já foram homenageadas pela família Bolsonaro.

Em 2005, quando era deputado estadual, Flávio concedeu uma homenagem ao ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como chefe de uma milícia no Rio de Janeiro.

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*Sinuca de bico, é o título no portal Metrópoles, postado em 30-06-2026.  https://youtu.be/vKoHQoI27Iw?si=ljiz5V9qeOMH4IG

 
 
 

Adquriida em Barcelona, a peça foi presente recebido da irmã do colecionador, Maria Georgina Seraphico de Assis Carvalho. Confeccionada em acrílico, mede 21cm X 14cm.

 
 
 
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