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Francisco Praciano trabalhou em fábrica de Manaus, ao mesmo tempo em que cursava Economia, na UFAM. Mais tarde, eleito deputado federal, destacou-se por sua atuação a favor dos pobres, do Amazonas e do Brasil. Voltou ao seu Ceará, onde hoje desfruta de justa aposentadoria. Aniversariante de hoje, o Praça (como carinhosamente o chama o sociólogo, também colaborador deste blog, Lúcio Carril) recebe cumprimentos. Dentre os quais se inclui o deste blog. Vida longa, Praciano!

 
 
 

A inveja, inscrita dentre os sete pecados capitais, em geral prejudica mais quem a detém que o alvo desse vil sentimento. A homenagem prestada por uma escola de samba de Niterói ao Presidente Lula causou sofrimento em muitos invejosos, incapazes de perceber suas próprias carências e seus maus costumes. Os odientos, violentos e despreparados para o que for, os mais atingidos. Ainda bem que o choro é livre!

 
 
 

Dentre as penas alternativas utilizadas, o Poder Judiciário deveria dar atenção a hipóteses educativas e - quem sabe - capazes de obter êxito, se a recuperação do delinquente e sua ressocialização consumam o objetivo da punição. Uma delas, pode logo ser usada pelo ex-Presidente, hoje hospedado na Papudinha. Coloque-se-o dentre os que buscam os restos dos mortos pela ditadura, ainda não encontrados. Um cabo e dois soldados poderiam supervisionar seu meritório - pela primeira vez! - serviço. Protegendo-o dos riscos de ser vitimado por alguma doença grave, enquanto seriam protegidos os supervisores, dos seus queixumes de praxe. Promovendo-lhe vida longa. Vinte anos talvez o ensinem alguma coisa. Uma espécie de recuperação de 70 anos perdidos. Que os viva em dobro!

 
 
 
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