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Soberania nacional e não-intervenção, esse o tema de seminário virtual, a ser realizado sábado próximo às 19:00 (BSB). Participarão Ana Prestes e os professores Pietro Alarcone Luís Fernandes. Aldo Arantes derá o moderado

Assista aqui:* http://bit.ly/4f9YRTT

 
 
 

Eleições, por mais frequentes que o sejam, constituem apenas uma etapa no processo político. Convém, portanto, analisá-las dentro de contexto mais amplo que as pesquisas de intenção de voto raramente alcançam. O antes e o depois, assim, assumem papel importante na compreensão da realidade, construída segundo a conduta e o desempenho dos agentes e organizações relacionados à Política - ou política (o leitor certamente sabe a que me refiro). Assim, pode-se encontrar interpretação plausivel para a aprovação da redução da jornada de trabalho, do esquema 6x1, durante décadas praticada. Desse esquema resultou o enriquecimento exponencial dos patrões e a exposição ao risco (da vida, inclusive) de crescente população. Nem precisa destacar certa e infeliz coerência entre a exploração abusiva da mão-de-obra, dada a repulsiva existência de trabalho escravo no Brasil. Pois foram muitos os beneficiários ou defensores de um - escala 6x1- e outro - trabalho escravo - os oportunistas que concorreram para a derrubada da escala infame. Alguns deles, tendo manifestado sua posição favorável à manutenção do status quo. A resposta ao projeto de interesse da sociedade, das familias trabalhadoras em especial, foi à última hora sugerida pela oposição: escala 4x3. Pior para os que, recuando em seu inicial e anunciado propósito, viram-se forçados a votar pela escala de interesse da sociedade, do governo e de tantos quantos estão comprometidos com os melhores valores alcançados pela humanidade. O desmascaramento dos oportunistas, contudo, esbarrou em fato ainda por acontecer: as eleições de outubro próximo. Se os falsos convertidos pensam ter escapado do cutelo popular, só as urnas de outubro dirão. Desta vez, o título eleitoral fará as vezes da guilhotina.

 
 
 

O Senado Federal aprovou, em sessão do último dia 12, voto de pesar pelo falecimento do ex-assessor naquela Casa do Parlamento, o economista Djalma Bezerra Melo. A contribuição do profissional à vida econômica do Amazonas (como Secretário-Executivo da CODEAMA, professor da UFAM e Superintendente-Adjunto da SUFRAMA)e da Amazônia (SUDAM, da qual foi Superintendente) justifica a homenagem à memória de Djalma. Mais que isso, posso dizê-lo, amigo fraterno de tanto tempo e companheiro de atividades acadêmicas durante longo período. Apresentou a proposta o senador Plínio Valério.

 
 
 
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