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A recusa de mulheres para compor a chapa do zero-hum-à-esquerda, que dizem ter como hino a canção de Martinho da Vila, Mulheres, tem outras peculiaridades. Uma delas, confirma a coerência do candidato designado pelo próprio pai. Ele se faz acompanhar de um parlamentar obscuro, sobre o qual pesam denúncias bem ao gosto da família que se supõe imperial. Traz, também, a lembrança de episódio em que a deputada Maria do Rosário foi ofendida pelo patrocinador da candidatura. A escolha do candidato-estepe (o que lembra as orações diante de pneus de carro) também ratifica o preconceito contra as mulheres. Elas deram o troco, sob variados pretextos.

 
 
 

Jô Soares criou, dentre tantos bordões inesquecíveis, o que intitula esta nota. A expressão bem poderia ser dirigida aos pretensos reis e moleques que pretendem chegar ao Planalto. Incapazes de entender o que é a República, arvoram-se a intérpretes da Constituição. É o caso de um tal Renan Santos, dotado da ousadia dos delinquentes. Decisão do STF não seria por ele obedecida, segundo seu paupérrimo entendimento de Justiça e Direito.

 
 
 
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