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Onde maior é a concentração de usuários de drogas ilícitas, os Estados Unidos da América do Norte são também, a nação de onde parte imposição de tarifas extorsivas ao mercado internacional. Transferindo a responsabilidade pelos recentes fracassos de seu governo, Donald Trump tenta a qualquer que seja o custo, retardar o inexorável processo de decadência em que ele mesmo envolveu seu pretenso império. Economicamente, todo habitante do Planeta não encontra uma só razão para o tarifaço. Em relação ao Brasil, com uma agradecidusse vante que só os traidores vira-latas e sabujos não contestam. Somos deficitários, quando comparadas nossas relações comerciais com a pretensa metrópole do Mundo. Imagine-se, por exemplo, que o governo brasileiro decidisse sobretaxar produtos importados de nações onde a ação de serial-killers se fez rotineira! Ou impor outras formas de sobretaxação a nações onde a democracia e a República escolhe seus governantes sem respeito à fórmula cada eleitor um voto. Não chega a tanto, porém, a resistência brasileira à prepotência do soba de olhos azuis. Nem precisaria, diante da Lei da Reciprocidade, que o Congresso brasileiro aprovou, por unanimidade. Neste particular aspecto, reciprocidade quer dizer relações igualitárias, não bastasse a condição desvantajosa das exportações brasileiras, confrontadas com as importações de produtos oriundos dos Estados Unidos da América do Norte. Como admitir, portanto, a rejeição da reciprocidade, tendo-a como agressiva à arrogância do que se julga dono do Mundo? Não há nada que caracterize a reação brasileira comoade uma ofensa, tão clara é o papel defensivo de que ela se reveste. Por isso, não só o governo e tem legitimidade e autoridade para dar essa resposta. Todos os produtores do País, e não somente os diretamente alcançados pela arbitrariedade de Trump devem solidariedade e apoio à decisão. Quando a casa do vizinho queima, devemos cuidar para que a nossa não venha a ser atingida pelas chamas. Simples, assim!


 
 
 

Os media ocupam-se na divulgação de informações relacionadas a crimes investigados pela Polícia Federal. Consta desse noticiário a utilização de absurda e ignóbil alternativa, que os profissionais da comunicação chamam paralela. Uma espécie de justiça extra oficial, ministrada e administrada por organização criminosa. Em geral, procurada pelos costumeiros burladores do Fisco, sob o patrocínio de autoridades públicas nos variados setores, instâncias e territórios onde o aparato do Estado marca presença. Dois pontos merecem comentários, pelo que desinformam mais do que esclarecem. O primeiro deles, considerando os vínculos entre os agentes públicos e particulares envolvidos, como um aparelho paralelo ao poder oficial. O outro, revelando certos vínculos entre os agentes e seus patrocinadores, quase uma fórmula presente em toda e qualquer tentativa de lesar o Erário, adquirir poder politico e manter em funcionamento cada dia mais próspero as organizações criminosas. No primeiro desses aspectos, deixa-se de clarear o cerne da questão, a que se empresta o nome de poder paralelo. Como se fosse exagero dizer que o Estado não mais pode ser qualificado de público. Tão forte tem sido a presença dos interesses privados na gestão dos poderes supostamente republicanos, que se configura o sequestro do Estado. Não é preciso extraordinário esforço investigativo para sabê-lo. A atuação do aventureiro Daniel Vorcaro e seus delegados (o senador Ciro Nogueira, o mais destacado) é o exemplo mais contundente, sem eliminar ou reduzir a gravidade da ação delinquente de tantos outros. O herdeiro do espólio e porta-voz do presidiário em domicílio, como todos sabemos, tem posição privilegiada nessa lista de delinquências. Classificar como paralelo o poder que promove, sustenta, amplia e favorece as mais variadas formas de corrupção é negar o que se evidencia a todo instante. Sempre será bom observar a frequência com que ocorrem revelações sobre a participação de agentes públicos dos três poderes, configurando, portanto, a captura do poder público pelos interesses privados. Quanto à qualificação dos praticantes dos ilícitos, só por exceção não será encontrado, dentre os comandos ou beneficiários da organização criminosa, um empresário, um político e um agente público de alto bordo. O que acaba confirmando uma das mais profundas conclusões de Marx - no estado capitalista, o Estado não é mais que o comitê gestor da burguesia.

 
 
 

A concessão do green card norte-americano ao zero-três-à-esquerda é o reconhecimento de que o beneficiário tem habilidades extraordinárias. Quem sabe ele faz melhores hambúrgueres que os naturais da terra do Tio Sam!? Ou sua paixão por Donald Trump e sua disposição a trair o país de nascimento são o recheio dessas habilidades geralmente ignoradas pelos seus próprios compatrício? Com o documento, o foragido tem garantida permanência por tempo indeterminado naquela potência bélica, também um pretenso império em visível processo de decadência. Trump, um bom manipulador de marionetes, tem lá suas razões, como as têm os brasileiros, ao festejar o afastamento do ex-deputado e agente do crime de traição. Desse ponto de vista, o expurgo vem em boa hora e representa um ganho para a sociedade brasileira. Sem eliminar a perspectiva de, superado o trágico, belicoso e vergonhoso período do amigo e comparsa de Epstein e Netanyahu, o próprio governo dos Estados Unidos da América do Norte mandarem o sabujo de volta. Poderemos, então, marcar novo ganho. Basta submeter o fugitivo ao devido processo legal. E dar a ele tudo quanto seu curriculum crimenis justifica.

 
 
 
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