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Começo por dizer o nome da personalidade a cujo comportamento me refiro. RICARDO MAGNUS OSÓRIO GALVÃO ele se chama. Vem dele a denúncia do crime de lesa-pátria a que se vem dedicando a família de dignidade zero que vê este país e seu povo como ela mesma é vista pelos que se têm beneficiado de sua subserviência, indignidade e traição. Recentemente, o engenheiro físico, professor da USP, ex-Presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais- INPE e membro da Academia Brasileira de Ciências mostrou os riscos que corremos, se as eleições de outubro trouxerem de volta ao Planalto os que têm atentado contra a democracia e, em especial, à soberania do Brasil. Galvão, cujo currículo revela compromisso com a pátria e seu povo, é reconhecido não apenas pelos seus pares nacionais, mas um cientista festejado por inúmeras sociedades científicas internacionais. Mesmo algumas que reúnem profissionais da Ciência do país a cujo governo os traidores são servis. Ou, se quisermos poetizar, seres vis. Terceiro suplente de deputado federal por São Paulo, eleito pela união do PSOL-Rede, Galvão filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro -PSB, a cuja bancada federal agora está integrado. Da tribuna, o representante paulista mostrou o crime que o filho do ex-presidente-presidiário comete, ao anunciar seu propósito, caso eleito para a presidência. Nada menos que entregar de bandeja as terras raras de que o Brasil ostenta a segunda posição nas reservas do Mundo . Isso não foi dito, sequer, sob qualquer reserva ou discrição, o que faz de cada eleitor que sufragar seu nome, menos que um cidadão, um cúmplice. Tratava-se de uma reunião da extrema-direita, da metrópole e dos que se prestam a servidão voluntária, sendo a promessa do zero-hum não menos que uma trágica traição anunciada. Torna-se impossível admitir que a algum bom cidadão brasileiro convenha participar desse novo atentado contra a ordem democrática e o povo, especialmente depois de conhecida toda a trajetória de criminalidade que envolve aquela famiglia.

 
 
 

A contradição entre o moderado Flávio e o radicalismo no palco dos EUA


Editado no Metrópoles, o comentário abaixo é transcrito no espaço reservado ao editor deste blog, pela convergência de opinião. Os créditos, portanto, devem ser dados ao editor de Metrópoles.


Flávio ataca as urnas e implora por pressão estrangeira contra as instituições do próprio país. Alguma surpresa nisso?


Metrópoles


A política brasileira é fértil em espetáculos, mas raramente no picadeiro da subserviência. Porém, o que se viu recentemente nos Estados Unidos ultrapassa os limites do razoável.

Flávio Bolsonaro, que muitos tentam empacotar e vender como a face “moderada” do clã, resolveu chutar o balde e a lógica em um evento conservador no Texas.

Ao microfone, com um inglês claudicante e um esforço visível para agradar, o senador não apenas pediu socorro, ele ofereceu o Brasil de bandeja.

Não é de hoje que os Bolsonaro buscam no estrangeiro a validação que o voto popular lhes retirou. Mas Flávio foi além do pai. Enquanto Jair se limitava a cochichos de pé de ouvido com autoridades americanas, o filho resolveu escancarar a serventia em público, diante de câmeras e de uma plateia ávida por retórica reacionária.

O senador chegou ao ponto de sugerir que Brasil e EUA nasceram um para o outro e que temos muito para dar em troca de… “ajuda”. Minerais Críticos, por exemplo. É a entrega total da soberania por um afago político.

Mais grave ainda é o ataque sistemático às nossas instituições. Flávio foi dizer lá fora que não temos democracia por aqui, ignorando (ou fingindo ignorar) que rankings internacionais seríssimos, como o da Universidade de Gotemburgo, colocam o Brasil hoje à frente dos próprios Estados Unidos em solidez democrática. Ele joga com a dúvida, tenta sabotar a confiança nas urnas e sinaliza que, se perder a eleição, é por contagem errada de votos.

Ao atacar a China, nosso maior parceiro comercial, e se colocar como um “vendedor” das riquezas nacionais, Flávio mostra um amadorismo perigoso .

É o velho método bolsonarista de dar tiro no próprio pé, mas, desta vez, o cano da arma está apontado para os interesses estratégicos do Estado brasileiro.

A moderação era apenas uma máscara que caiu no Texas. Surpresa? Zero.

 
 
 

Leio que o candidato à Presidência do Brasil, à falta de alguma virtude pessoal ou proposta política, divulga foto de seu opositor abraçando o então Presidente da Venezuela. Além das razões mencionadas acima, ocorre-me lembrar outros motivos para mais essa tentativa de enganar os eleitores. Dentre elas, a de que as reverências, pedidos e obediência ao ditador norte-americano não foram suficientes para fazê-lo abraçar Donald Trump. Inveja, portanto, pode ser aventada como outra razão. O sequestro cometido por seu líder, chefe e ídolo contra Nicolás Maduro, constituindo flagrante agressão ao princípio da autodeterminação dos povos, torna o zero-hum à esquerda mais apegado ao sócio de Netanyahu na eliminação do povo palestino. Entre a vítima do sequestro e seu executante, ele rende homenagens ao delinquente, algo mais coerente com sua ficha corrida, ao longo do tempo cabalmente demonstrada. Outro ponto a destacar na conduta do candidato é a omissão de seu sobrenome. O noticiário divulgado pelas redes de internet a ele vinculadas identifica-o apenas pelo prenome. Sem que isso envolva a mínima divergência com os outros zeros familiares, ou a existência de alguma proposta, projeto ou simples ideia que o credencie a disputar o mais alto cargo do Poder Executivo. Nem preciso mencionar que a hipótese de ele ser posto fora do páteo é plausivel, se as investigações ds Policiai Federal avançarem. Desde a apuração das rachadinhas, até às façanhas de Daniel Vorcaro, quase não há um só ato delinquente em que seu nome não tenha menção. Sua presença dentre os candidatos, se tem servido para mostrar o grau de rejeição que ele desperta, não fica só nisso. As dissensões dentro do partido de propriedade de seu pai mostra quanto ele tem suas limitações de toda ordem- intelectuais morais, politicas, humanitárias -, ou a mínima credencial para chegar ao Palácio do Planalto.

 
 
 
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