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Puerilidade, como sempre

Leio que o candidato à Presidência do Brasil, à falta de alguma virtude pessoal ou proposta política, divulga foto de seu opositor abraçando o então Presidente da Venezuela. Além das razões mencionadas acima, ocorre-me lembrar outros motivos para mais essa tentativa de enganar os eleitores. Dentre elas, a de que as reverências, pedidos e obediência ao ditador norte-americano não foram suficientes para fazê-lo abraçar Donald Trump. Inveja, portanto, pode ser aventada como outra razão. O sequestro cometido por seu líder, chefe e ídolo contra Nicolás Maduro, constituindo flagrante agressão ao princípio da autodeterminação dos povos, torna o zero-hum à esquerda mais apegado ao sócio de Netanyahu na eliminação do povo palestino. Entre a vítima do sequestro e seu executante, ele rende homenagens ao delinquente, algo mais coerente com sua ficha corrida, ao longo do tempo cabalmente demonstrada. Outro ponto a destacar na conduta do candidato é a omissão de seu sobrenome. O noticiário divulgado pelas redes de internet a ele vinculadas identifica-o apenas pelo prenome. Sem que isso envolva a mínima divergência com os outros zeros familiares, ou a existência de alguma proposta, projeto ou simples ideia que o credencie a disputar o mais alto cargo do Poder Executivo. Nem preciso mencionar que a hipótese de ele ser posto fora do páteo é plausivel, se as investigações ds Policiai Federal avançarem. Desde a apuração das rachadinhas, até às façanhas de Daniel Vorcaro, quase não há um só ato delinquente em que seu nome não tenha menção. Sua presença dentre os candidatos, se tem servido para mostrar o grau de rejeição que ele desperta, não fica só nisso. As dissensões dentro do partido de propriedade de seu pai mostra quanto ele tem suas limitações de toda ordem- intelectuais morais, politicas, humanitárias -, ou a mínima credencial para chegar ao Palácio do Planalto.

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