top of page

Admita-se que a pandemia prejudicou a economia. Aqui, como mundo afora. Nem por isso, os prejuízos serão iguais, comparados os países. Em alguns, o vírus foi e vem sendo combatido com Ciência e tecnologia, aliadas e subordinadas ambas a conduta condizente com a responsabilidade seriamente assumida pelos respectivos governantes. Informações econômicas de órgãos acreditados (CEPAL, OCDE, OMS etc)anunciam o Brasil como dos países mais afetados pela estagnação econômica. Entre nós, os números venceram a vida. Quando a ela, seu maior serviço foi contar o núimero de mortos produzidos pelo vírus e vermes que a ele se aliaram. Disso nos dão conta os 14 milhões de desempregados e os 13 milhões de famintos. Outra marca do governo, firme e forte na superação de seus próprios recordes.

 
 
 

O articulista Thiago Amaro, analisando a situação política e a iminência da saída do general Eduardo Pazuello do Ministério da Saúde, comete um equívoco no texto em que diz ser o oficial-intendente um dos fiadores do Presidente da República. Quando se estabelece relação subserviente entre duas pessoas, o fiador não pode ser o serviçal. O contrário é o que acontece. O professor de Direito Constitucional da FGV/SP publicou Pazuello, o Zé gotinha sem fuzil, na Folha de São Paulo de segunda-feira, 15.

 
 
 
bottom of page