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Nojo, não ódio, é o que sentem os bem pensantes, em relação aos dias que vivemos. Menos pela pandemia que um vírus traz consigo, mas pelos vermes bípedes que pretendem devolver-nos às trevas por que fomos cobertos, durante 21 anos. E que, ao fim e ao cabo (outros também), multiplicam o número de mortes antes anunciado. Não são "apenas" 30 mil; a meta foi há muito multiplicada, em ritmo tragicamente constante.

 
 
 

Mais um professor da Universidade Federal do Amazonas é morto pela pandemia. Desta vez, Paulo Monte, do Departamento de Antropologia. Ele morreu ontem, trazendo tristeza à comunidade acadêmica da UFAM. Antes dele, Geraldo Vieira da Costa e Heitor José Carvalho (FES-ADM), Luiz Fernando e Arnóbio (DCS/ICHF) foram algumas das muitas perdas sofridas e lamentadas.

 
 
 

Uma das imposições da covid-19 sobre a sociedade foi o uso da educação a distância. Em torno da volta às aulas em todos os níveis de ensino, têm sido geradas justas preocupações de estudante, professores e famílias. O editor considera produtivo discutir o assunto, razão de postar hoje, em caráter inaugural, no CAMAROTE, o primeiro texto sobre o tema.

 
 
 
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