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Leitor residente em Brasília informa que nunca as farmácias da capital federal venderam tanto fraldão quanto no início desta semana. Rivotril ficou em segundo lugar nas vendas.

 
 
 

Este barco apruma suas lunetas em direção ao horizonte. Para ver quanto puder, do que e ainda há a a ver. Por isso, mostra aos passageiros e visitantes eventuais tudo quanto está sobre as ondas, Sempre que consegue, o que está submerso. Um dia tudo emerge. Por isso, será sempre aconselhável ir à seção NA ONDA. Lá a navegação fica interessante. Vão lá!!!

 
 
 

A vida está cada dia mais difícil. Quando não é o vírus ameaçador a espalhar o medo, a compra dos gêneros de primeira necessidade custa os olhos da cara. Em alguns casos, numerosíssimos, todos os órgãos do corpo humano. A tal ponto, que é preciso gerar e gerir o novo ovo de Colombo. Aquele mesmo que a galinha oferece, tanto aos que desejam fazer uma omelete de bacon, quanto os que desejam ter algo no prato, à hora do almoço. Nem se fale em jantar. Nem se incluam no rol das vítimas, da covid-19 e dos que a promovem, os afortunados bilionários e os que os representam, defendem e favorecem. Para esse tipo de gente (?), nada parece tão desejável quanto promover aglomeração e revelar desdém pela doença e pela pobreza que roubou e roubará tantas vidas humanas. Aos viciados em números, gráficos e índices, certamente interessará fazer algumas contas, pelo retrato que elas oferecerão de um país em frangalhos: quantos quilos de carne podem ser comprados com 1,5 salários-mínimos? Quantas passagens de ônibus cabem em R$ 1.800,00? Para nos mantermos atualizados: quantas doses de vacina poderíamos comprar com a mesma importância? E máscaras? E frascos de álcool em gel?

 
 
 
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