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Novo conceito para o termo, não se sabe se melhor ou pior para seus destinatários. Pode-se entender, agora, o real significado: privatizar é tratar tudo como se fosse material a ser depositado na privada. Que os portugueses chamam sentina. Diga-o o ilustrado Presidente da República. Vai ver é a única linguagem compreensível pelos seus adoradores!

 
 
 

Seria útil buscar na História dos povos criteriosos relatos e análises sobre os conflitos sociais e o encontro entre as forças da repressão e os manifestantes. Aos que desejam a mudança, estes em geral os que se mobilizam, interessa pouco exacerbar o clima social, se de fato pretendem chegar ao poder. Menos, ainda, praticar atos incluídos no que se pode chamar terra arrasada. A prática da violência, assim, em nada favorece os opositores do poder. Por isso, o primeiro tiro raramente é dado pelo que aspira ao poder. Quase sempre, é o ato desesperado dos que não desejam larga-lo.

 
 
 

Todas as cosas mudam de nome, dependendo do tempo. Até recentemente, desviar dinheiro público e atentar contra as leis eram considerados crimes, o primeiro dos quais chamávamos corrupção. Agora, tais crimes parecem ter mudado de nome. Eles continuam a ser praticados, sob o coro de "somos puros" dos que os cometem ou acobertam.

 
 
 
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