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José Ribamar Bessa Freire, o querido amigo editor do Taquiprati (Diário do Amazonas, Manaus), está em nosso ESPAÇO ABERTO. Desta vez, comentando o trabalho da pajé Zeneida, do Marajó. Pena que problemas técnicos impediram a cópia das ilustrações de sua tão bonita matéria que o diário amazonense publicou, no último dia 6. O texto, porém, está na íntegra e muito diz e esclarece sobre a Região e sua realidade, tantas vezes surreal.

 
 
 

O noticiário mostrou a qualidade dos apoiadores do amigão de Daniel Vorcaro, até aqui mantido pré-candidato à Presidência da República. Foto em que o zero-hum-à-esquerda está ao lado de Cláudio Castro e Canellas e outros similares, ilustra e inverte o brocardo popular. Pode-se dizer, agora: dize-me quem és, direi com quem andas.

 
 
 

A afirmativa de Tancredo Neves, a respeito da burra esperteza das pessoas não cessa de registrar-se. Em especial, em nossa vida política. Por isso, sempre mais e mais, ocorre a confirmação da sentença do Presidente que o foi sem ser, nestes termos: quando a esperteza é muita, ela acaba engolindo o dono. Como a advertir-nos de que a esperteza aparente não consegue esconder a burrice de que é dotado o esperto. Daí a impossibilidade de substituir a escassa inteligência por qualquer que seja a dose de esperteza do indivíduo. Esse é bem o caso do zero-à-esquerda que sabe o que outubro prepara para ele. Antes, vangloriou-se da influência exercida para constranger a economia brasileira, alistando-se dentre os traidores que lambem os pés de Trump. Agora, tenta acrescentar mais uma contribuição prejudicial ao País, novamente ajoelhando-se diante do soba de olhos azuis. Ele não ignora, entretanto, que há tratativas oficiais, de que cuidam servidores públicos credenciados, dos Estados Unidos da América do Norte e do Brasil, conforme anunciara o desastrado e inconsequente objeto de sua sabujice e idolatria. É do resultado desses entendimentos oficiais que emergirá a solução dos problemas causados pelo tarifaço por ele, portador de um mandato popular, estimulados e sugeridos. Não terão sido os 5 minutos em que ele falou na audiência de terça-feira, os responsáveis por qualquer decisão relativa ao tarifaço. Até porque, diante do escasso cabedal intelectual de que é detentor, o tempo que lhe foi reservado extrapola o que lhe seria mais justo e adequado utilizar. A não ser que seu manancial de mentiras tenha entrado em ritmo febril de produção. Mas isso, também os brasileiros conhecem bem.


 
 
 
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