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O "furo" jornalístico sempre preocupou os profissionais da comunicação social. Entre os jornalistas havia aguda concorrência, cada um desejando divulgar a notícia por primeiro. Com as redes de comunicação eletrônica, o empenho dos repórteres procura fazer uso dos novos recursos, deixando de lado certos - chamemos assim - pudores éticos. E acabam antecipando fatos que ainda não ocorreram. Foi assim que aconteceu com o anúncio da morte da professora Ângela Bulbol, obrigando sua família a informar a verdade sobre os fatos. Pena que isso não bastou para poupar a vida de Ângela, ex-aluna do editor deste blogue e colega, no magistério universitário. Formada na UFAM, lá ela lecionava. Pêsames à família enlutada.

 
 
 

Nélson Motta, cronista, compositor e jornalista, assina oportuno texto, n'O Globo, edição de hoje. Intitula-o Praça dos podres poderes. E indica alguns sintomas do que o editor deste blogue chama câncer social, espalhado como metásteses em todos os organismos e instâncias da república - pobre república! O artigo é transcrito no Espaço aberto.

 
 
 

À Magnífica Reitora da UFAM


Diante de seguidas solicitações de esclarecimentos encaminhadas à Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (ADUA – Seção Sindical do ANDES-SN) sobre o crime de assassinato (execução) cometido no dia 06 de fevereiro de 2026 contra o Professor Davi Said Aidar, do Curso de Ciências Agrárias da UFAM, conforme amplamente noticiado pelos meios de comunicação, pedimos que a Reitoria envide esforços para que os órgãos de Segurança do Estado do Amazonas possam investigar e esclarecer esse crime que nos deixa estarrecidas e estarrecidos. Sigamos na luta coletiva para que o Estado brasileiro possa garantir a todas e todos o direito a viver em paz, com dignidade, com justiça e segurança, sem o que não haverá democracia digna desse nome.


Diretoria da ADUA – Seção Sindical do ANDES-SN (biênio 2024-2026) 20 de fevereiro de 2026

 
 
 
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