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O eleitorado brasileiro está cada dia mais sujeito a ser iludido. Uns, porque comungam dos mesmos (maus) propósitos de candidatos que veem o mandato como um habeas-corpus preventivo. Grande parte deles sabe que poderá contar com a cumplicidade e a proteção de seus colegas. Isso justifica a luta pela conquista de votos. Os desinformados ou analfabetos políticos dão seus votos, equivalentes a um biombo que o eleito usará, para escapar à ação da Lei. Depois, vão às ruas, reclamar de sua própria ignorância. Para dizer o mínimo.

 
 
 

Só a alguém como Donald Trump ocorreria chamar o Irã de patrocinador do terrorismo mundial. Falto de memória, além de conhecimentos rudimentares do que quer que seja, ele esquece quem treinou Bin Laden e tantos outros terroristas espalhados mundo a fora. Foi a CIA, como sabe toda pessoa medianamente informada. Nem seria preciso lembrar que é fruto da sociedade norte-americana o produto mais nefasto que percorre os países, o serial killer.

 
 
 

Faleceu ontem, em Belém, o médico, escritor e compositor paraense Alfredo Oliveira. Dedicado à cura de pacientes em geral pobres, ex-Presidente do CRM-PA, e autor de músicas gravadas por diversos cantores, seus conterrâneos e nascidos em outros Estados, Alfredo desaparece aos 90 anos, depois de ter escrito livros que fizeram dele, além de respeitado médico e pesquisador, um festejado escritor. Paranatinga; A pedra verde; A partir da ilha; Belém, Belém; Ritmos e cantares, escritos por ele, enriqueceram a cultura e a literatura paraense, por isso a admiração e o respeito conquistados pelo médico, generoso e solidário que se mostrou nas 9 décadas vividas. Este blogue se associa à dor da perda de Alfredo e leva seus sentimentos à viúva Yeda e aos filhos Paulo Antonio, Marco André, Paulo Ricardo e Sérgio Oliveira.

 
 
 
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