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Adquirida em Barcelona, em 2016, a peça foi criada na Espanha e produzida na China. As cores dos trajes do cavaleiro auto-consagrado e do seu escudeiro, em si parecem dizer muito. Um, grave e austero, se cobre de vestes em cores sombrias. O outro, alegre e tolo, a despeito de ostentar boas intenções, cobre-se de colorido. Os dois montam cavalos assentados em um livro. Toda em resina, a peça remete à fonte de inspiração de Alfonso Quijano, a leitura de literatura cavaleiresca.

 
 
 

Essa a frente da caixa contendo volume com desenhos de Portinari e textos de Carlos Drummond de Andrade, sobre a imortal figura criada por Cervantes. Editado pela Sul Anérica Seguros, ganha pelo editor deste blog do amigo Eduardo Parente. Enriquecimento inestimável da coleção de José Seráfico.

 
 
 

A imagem dos dois inseparáveis amigos, um auto-proclamado cavaleiro; outro, seu escudeiro. Ambos colocados no mesmo plano; sonhos diversos, um via na luta contra a injustiça e a desigualdade e pelo amor o móvel de sua vida. O outro desejava apenas sobreviver. Como tantos outros que os sucederam, do primeiro são os que pelejam pela Justiça Social e o bem-estar coletivo. Do outro se esperem os que desejam apenas sobreviver, ainda que se deixem levar por uma ilha qualquer, chame-se Barataria ou não. Nada mais humano!...

 
 
 
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