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Esta escultura foi adquirida em antiquário na cidade de Ouro Preto, MG. É totalmente composta de peças de uma pequena máquina datilográfica portátil. É uma das maiores imagens da coleção. Maiores que ela há apenas gravuras de Gustave Doré, reproduzidas das que ilustraram a primeira edição da obra imortal de Miguel de Cervantes; e outra, confeccionada em alumínio flexível por Kico Azize, artesão amazonense.

 
 
 

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Peças adquiridas no bairro da Boca, em Buenos Aires, Argentina. Ambas confeccionadas com pregos, parafusos e pequenas peças em metal. Veem-se perfeitamente as patas, com a cabeça dos pregos representando os pés das montarias de Dom Quixote e de Sancho Pança. A loja em que foram adquiridas localiza-se numa das esquinas d’ El Caminito, 2010.

 
 
 

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Pintura executada pelo artista amazonense Gustavo Miguel, com tinta feita de borra de café, Manaus, 2017. Observem o chapéu do cavaleiro, diferente do que se conhece. O do Dom Quixote original resultou de uma bacia de barbeiro, que o manchego dizia ser o elmo de Mambrino. Este era um rei mouro fictício, celebrado nos romances de cavalaria. Primeiro, com o nome de Rinaldo de Monte Albano, que aparece no Cantari di Rinaldo, sec. XIV. A bacia de barbeiro, portanto, era para D. Quixote o capacete de ouro que tornava seu portador invencível. Coberto pela bacia-elmo, Alfonso de Quijano guerreou contra os monstros com aparência de moinhos, nas páginas do romance considerado fundador desse gênero literário.

 
 
 
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