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Confeccionada toda em osso, a peça dá a impressão de constituir um só bloco. Adquirida na região das Pirâmides, de Theothilhuacán, a 40 km ao norte da capital mexicana, em janeiro de 2013. Pode-se suspeitar tratar-se de osso de mamute, cuja ocorrência na região foi constatada durante as obras do aeroporto Internacional Felipe Ángeles. Lá teriam sido encontrados 130 esqueletos desse ancestral do elefante, segundo registro do Instituto Nacional de Antropologia e História do México, INAH. As vicissitudes passadas pelo cavaleiro da Mancha e seu fiel escudeiro e o trabalho dos arqueólogos do INAH bem sugerem, se não justificam, o título acima.

 
 
 

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*Construído em papel tirado de páginas de livros (de Química e Física) e revista da década dos 1980, é obra da artista Luiza Elaine A. C. e Silva, de Manaus, hoje sócia de cafeteria chamada Cervantes às proximidades do Teatro Amazonas, Centro histórico da cidade. Um poema feito pela artista acompanhou a imagem. Ei-lo: Os gigantes são muitos/as batalhas me tomaram a vida/guerrear para arrancar o que é ruim/limpar a face da terra/a face da guerra./Os braços do gigante são/compridos/esporo meu cavalo/e com lança em riste/lanço minha fúria/contra os grandes covardes./Rodo miseravelmente pelo mundo afora/com alma por vezes cortada/sujeito ás mudanças da guerra/que falseiam a bondade gloriosa de/minha espada.

 
 
 

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*O autor, Matheus Seráfico, tinha dez anos de idade quando desenhou sua versão do Cavaleiro da Mancha. Ainda não tinha iniciado curso de pintura e desenho, interrompido em 2020 pela pandemia. Gosta de desenhar quadrinhos e faz poemas.

 
 
 
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