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A imagem do cavaleiro manchego foi confeccionada com o uso de papier maché. Este material é massa feita com papel picado molhado, coado e misturado com cola e gesso. Trata-se de uma técnica aparecida na China (2.a.C). Na Europa, foi utilizada primeiro na França, em objetos decorativos. As máscaras do carnaval de Veneza também eram feitas com essa massa, a mesma que, no século XX, cobria os rostos dos mascarados de rua brasileiros. A imagem foi presente do sociólogo Marcelo Seráfico, que a adquiriu em viagem às ilhas Galápagos, à coleção.

 
 
 

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Tecida em papel dobrado, mais que muitas das outras peças da coleção esta é das mais frágeis. Resultante de encomenda feita ao artesão Gumercindo, é mantida em redoma de vidro, para manter-se íntegra. O menor sopro der ventinho faria do cavaleiro o mesmo que a batalha de Montesino fez.

 
 
 

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A peça acima foi adquirida em Havana, Cuba, no ano de 1999. Em viagem turística, o colecionador, sua mulher e um casal de amigos (Leda e João Pedro Gonçalves) estiveram na capital da ilha e no balneário Varadero. Dom Quixote, confeccionado em arame retorcido, foi encontrado em uma loja de artesanato, às proximidades de prédio que se

apresenta como uma réplica do Capitólio de Washington. Na capital cubana, o edifício construído em 1929, quando a cidade era verdadeiro quintal dos norte-americanos, é chamado Capitólio Nacional de Cuba (El Capitólio). À época de sua conclusão, era o prédio mais alto da cidade, com 92 metros de altura. Até 1959, funcionou como sede do Parlamento, um dos três maiores do Mundo. A rua em que se situa é a 4JPR + 349. Estes últimos algarismos, presumivelmente, correspondem ao número do prédio.

 
 
 
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