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Presente do amigo, engenheiro Armando Souto Loureiro, a peça foi construída pelo artesão amazonense Kiko Azize. A mais alta imagem da coleção (cerca de 1 m), confeccionada em folhas de alumínio, traz uma aparência de altivez ao cavaleiro manchego.

 
 
 

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A imagem, em latão, foi adquirida em loja no Shopping Ibirapuera, em 2016. Reservado em rápida visita ao estabelecimento, foi apanhado após nosso (Graça e eu) regresso de Campos do Jordão, aonde fôramos, assistir ao Festival de Inverno. Destaca um dos aspectos explorados por Miguel de Cervantes, para construir sua mais celebrada criatura: o gosto pela leitura, sendo que romances de cavalaria tinham sua preferência. Daí teria resultado o interesse do cavaleiro pelo bom combate e seu culto ao amor. As peripécias inventadas pelo autor espanhol correspondem à vida atribulada que Alfonso Quijana assumiu, transformado em cavaleiro andante. Uma espécie de cavaleiro ad hoc, como sabem os que leram a imortal obra, uma das mais importantes da literatura mundial.

 
 
 

Atualizado: 1 de nov. de 2021


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Os traços revelados na imagem confeccionada em madeira leve não criam, nem deixam dúvida: trata-se de obra originária no território um dia habitado pelos incas. Feições angulosas, olhos miúdos, é olhar e constatar: um peruano a produziu. Daquele pedaço da América do Sul trouxe-a Marcelo Seráfico, para enriquecer a coleção. Atahualpa, irmão do imperador inca Huáscar, governou Quito (hoje capital do Ecuador) e tomou dele o Império de que foi o último titular. Morreu enforcado, após a invasão de Pizarro, em 1533. No Peru, é considerado herói nacional.

 
 
 
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