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A capa da versão traduzida pelo poeta maranhense Ferreira Gullar (Editora Revan, Rio, 2002) serve de fundo ao copo de cerâmica, pintado com a imagem do cavaleiro da Mancha. O autor da pintura é o radialista Souza, membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais, no período 2013-2015. Também dirige e apresenta o programa radiofônico Palco Brasil. O volume editado pela Revan traz desenhos de Gustave Doré, o primeiro e mais conhecido ilustrador da obra original.

 
 
 

Vivendo tempos trágicos e cínicos, certamente o cavaleiro da Mancha seria estimulado a tomar porres, menos que homéricos, cívicos. Ei-lo, em metal, substituindo seu dedicado pajem, Sancho Pança, por uma garrafa de bebida.

 
 
 

Atualizado: 23 de jul. de 2023

Uma das maiores criações do gênio humano, Dom Quixote fez-se cavaleiro para combater a injustiça e reverenciar a humanidade do animal dito superior. O apego aos livros e à leitura levou-o ao amor ao próximo, por muitos tido como loucura. Na imagem feita em metal, o cavaleiro da Mancha gesticula como um professor, ilustrando com os gestos a leitura de um livro. O professor que leva a sério e tem plena compreensão de seu papel social sempre terá dentro si, menor a dose que seja, algo de Dom Quixote de la Mancha. A peça foi adquirida de tabacaria Lee, instalada no aeroporto de Congonhas, São Paulo, em julho de 2016.

 
 
 
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