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A peça foi encomendada a um estúdio de corte de acrílico em laser, de Manaus. A imagem das personagens mostra-as dialogando, o cavaleiro da Mancha montado em seu pangaré; Sancho Pança ocupa, desajeitado, a sela de sua igualmente rechonchuda montaria. O diálogo, como o romance moderno inaugural, é transparente, igual ao material usado na confecção da peça. Registro fotográfico feito fora de estúdio, talvez tenha prejudicado a Estética. Creio não ser o caso quanto à mensagem do autor, a cuja missão cavaleiro e escudeiro não se furtaram. Na verdade, fizeram-na eterna.


 
 
 

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Em madeira pintada em várias cores, essa imagem comprada em não lembro mais que cidade, traz o cavaleiro da Mancha com fisionomia oriental. Quem sabe um apaixonado cavaleiro da China? Ou um soldado das antigas, naquele pedaço de Mundo?

 
 
 

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A capa da versão traduzida pelo poeta maranhense Ferreira Gullar (Editora Revan, Rio, 2002) serve de fundo ao copo de cerâmica, pintado com a imagem do cavaleiro da Mancha. O autor da pintura é o radialista Souza, membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais, no período 2013-2015. Também dirige e apresenta o programa radiofônico Palco Brasil. O volume editado pela Revan traz desenhos de Gustave Doré, o primeiro e mais conhecido ilustrador da obra original.

 
 
 
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