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Há vinte e quatro anos, em outro 02 de maio, deixava-nos Paulo Freire. Doze anos depois, foi embora Augusto Boal. O pensamento e a ação de ambos, dignificantes e justificativas da nem sempre provada superioridade dos humanos, fê-los imortais. Por causa deles e de tantos outros, não só poetas precisam cantar, quanto mais escuto for. Cantemos!!!

 
 
 

Leitores interessados em ouvir narrativas (vá lá!...) diferentes sobre assuntos variados podem encontra-las em www.ccarlosbranco.com.br O editor, jornalista e advogado Carlos Branco, posta interessante material informativo e tem a acompanha-lo outros observadores da realidade. Vale a pena visitar o sítio do Branco.

 
 
 

Manaus saiu na frente, nas comemorações do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Interessante programação promovida pela ManausCult, Conselho Municipal de Política Cultural, UFAM, PUC-SP e Livraria Valer ocorre desde esta manhã. Logo mais (às 14:00) o professor Alisson Leão (UEA), a editora Neíza Teixeira, com o professor e poeta Saturnino Valladares (UFAM)nan mediação, comporão mesa temática sobre a Amazônia e e suas projeções na produção modernista brasileira, focalizando con ênfase os casos Macunaíma e Cobra-Norato. A palestra de encerramento será proferida pelo poeta, ensaísta e editor Tenório Telles. O atual Presidente do ConCult falará sobre o Clube da Madrugada. Dori Carrvalho, também poeta, atuará no intervalo artístico, em recital poético.

 
 
 
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