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Mundo, década dos 1940: Adolpho Hltier, Benito Mussolini, Hiroito. Brasil, anos 2020: Jair Bolsonaro, Nise Yamaguchi, Fábio Wajngarten. Na Europa, campos de concentração, fornos, câmaras de gás= Holocausto. No Brasil: covid-19, falta de oxigênio, hospitais lotados, 460 mil mortos.

 
 
 

De Ernesto Geisel, um dos ditadores, poderíamos dizer um modelo de autoritarismo. De burrice e desonestidade, não. Por isso, afirmava que as nações não têm amigos, mas interesses. E assim ele conduziu a política externa brasileira. O reatamento das relações com a China ocorreu quando o ex-Presidente da Petrobrás ocupava a principal cadeira do Planalto. Talvez essa lembrança transformada em informação ajude a comparações úteis.

 
 
 

Interessante o artigo de Mário Sérgio Conti, sobre as mais recentes opiniões do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. Publicado na Folha de São Paulo sábado passado, o texto revela as mudanças que a percepção e a opinião do sociólogo experimentaram, nas últimas décadas. Em desfavor do presumido príncipe dos sociólogos brasileiros. Das mais importantes reflexões de Conti, a que a dá o atual Presidente como resultado da tara de estagnação subcapitalista.

 
 
 
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