Oportuna e simbólica a realização da Copa das Américas no Brasil. Não apenas porque enriquece a fama de sermos uma nação que leva tudo na graça, mas pelo simbolismo do abraço que junta o Presidente da República ao já afastado Presidente da CBF. A nau segue sem rumo, os comandantes confraternizam.
As águas que correm nos vários cursos espalhados pela capital do Amazonas e em todo o território estadual nem sempre são escuras. Mais escuras que elas é o líquido encontrado no cérebro de muitos dos agentes responsáveis pela calamidade que as enchentes determinam, ano-após-ano. Se, no Nordeste, a seca é a manjedoura onde se alimenta o apetite voraz de muitos, das águas amazônicas faz-se a sopa que mata a fome dos daqui.