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Choro seletivo e nome impublicável

6 de ago.
1 min de leitura

Em exílio imposto pelo medo de ser apanhado pela polícia brasileira, o zero-três-à-esquerda não fugiu ao hábito: chorou e atribuiu a (por enquanto) doce prisão de seu pai a um "psicopata de merda". Essa a expressão por ele mesmo usada, referindo-se ao magistrado que conduziu o devido processo legal relacionado à tentativa de golpe de estado, desbaratado em 08.01.2023. Foi mais longe, ainda, ao levar à praça os maus usos, práticas, palavras e valores aprendidos em casa. Chegou, em sua repetitiva choraminga, a investir contra correligionários e cúmplices, desta vez escolhendo o ex-colega, deputado Kim Kataguiri. Dessa figura lamentável, disse o parlamentar cassado sorrir e zombar, enquanto filhos têm sido afastados de seus pais, levados à prisão ou ao refúgio. Memória fraca, também, a do verme que vende o Brasil à ganância de sua própria família, e à cobiça de seus hospedeiros. Se ele esqueceu as gargalhadas, piadas e, não raro, desaforos proferidos por seu sentenciado pai, quando mais morriam brasileiros durante a pandemia, os familiares, parentes e amigos das 700.000 vítimas da covid-19 jamais o esquecerão. Nem deixarão passar por menos o sentimento de nojo e repulsa a ele e sua família, quando a Interpol o devolver ao Brasil. Aqui, o que se espera é a Justiça ser feita, tanto e cada dia mais numeroso o rol de crimes cometidos (e descobertos) pela comunidade que traz seu impublicável sobrenome, a que não faltam cúmplices.

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