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Toc-toc-toc

Abraham Lincoln, o 16° Presidente norte-americano, todo mundo sabe ter sido assassinado. Nascido em 1809, ele cumpria o mandato presidencial, quando foi morto em um teatro. Filiado ao Partido Republicano, era considerado um centro-direitista, não obstante opor-se à extensão da escravatura. De origem humilde, formou-se em Direito, e não consta ter-se dedicado ao estudo (pelo menos, sistemático) da Filosofia. Por isso, e considerando acontecimentos recentes que envolvem o atual Presidente de seu país, merece ser lembrado. E ter lembradas, também, algumas frases que disse, a propósito de contemporâneos. Duas dessas frases parecem ter sido elaboradas na última semana, tanta a sua atualidade. A primeira delas: pode-se enganar a todos, por algum tempo; pode-se enganar alguns, por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos, por todo o tempo. A outra frase, precisa e sábia, completa o juízo ainda hoje válido: é melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é idiota, do que falar e acabar com a dúvida. Outros três, depois de Lincoln, tiveram a vida encerrada da mesma forma. Embora costume integrante da história daquela sociedade, não é o destino que desejamos ao seu atual sucessor.

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