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Tabuleiro

Enquanto grande parte dos congressistas nordestinos percorre suas bases eleitorais, como sempre acontece durante as festas juninas, tabuleiros a que faltam mungunzá, paçoca e bolo de rolo, servem outros pratos. Na capital federal é outro o tabuleiro que oferece ao País cardápio igualmente variado. Variado, mas nem por isso inédito. Pela variedade e pela recorrência, apenas a confirmação do que dizia o maestro Tom Jobim: o Brasil não é coisa para amadores. Não é, mesmo, daí a conveniência de apreciar o cardápio do banquete politico que desta vez aguça o apetite dos profissionais da comunicação. Qual jornalista não gostaria de ter sobre sua mesa os combos produzidos por muitos dos protagonistas desse banquete? Lira e equipamentos de robótica encabeçam o menu, combo logo seguido de Pacheco e vaga no STF. Outros dos comensais preferirá cortar em fatias, para ingestão menos indigesta, a dobradinha Silvinei Vasques e Combat. Descem com facilidade bem maior que o prato mais encomendado, pela previsão de que uma das peças de resistência arrisca ser tirada do mercado. Refiro-me ao ex-capitão e o TSE.

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