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Sem farda e com fartura

Vêm inquietando o mundo as mais recentes previsões de Ray Kutzweil. Especialista da Google, ele é autor de previsões na área da informática. Foi dele a antecipação de fenômenos como o telefone celular, a inteligência artificial, a robotização. Agora, ele anuncia a imortalidade do ser humano, com a possibilidade do que vem sendo chamada ressurreição. Algo que teria a ver com o resgate e importação do cérebro de mortos e seu conteúdo. Como sempre, dentre os itens previstos pelo especialista, alguns provocam entusiástica recepção, outros geram criticas, havendo ainda uma espécie de ceticismo. Nem todos estão preparados para admitir que já em 2030 o homem se tornará imortal, sem precisar de obra e fardão. Nem parece razoável esperar que o egoísmo e a desigualdade desaparecerão da sociedade humana. Mas essa é uma das previsões, embutida no prenúncio de dias mais fartos e maior bem-estar e abastança para a maioria das população mundial Seria preciso se terem consumado os bons e justos efeitos dos avanços tecnológicos já registrados, para receber com entusiasmo as profecias de Ray Kutzweil. Também precisa ignorar quanto nada foi feito para reduzir a desigualdade, desde que o Clube de Roma constatou a possibilidade de alimentar toda a população do Mundo, em meados do século passado. Era produzida, àquela altura, quantidade de alimentos suficiente. Se, dentre as previsões, constar a de que o egoísmo estará sujeito a tecnologias que o erradiquem do coração e das mentes humanas - em definitivo - aí teremos razões para sorrir.

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