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Resposta necessária

Conceder o título de cidadão amazonense ao zero-à-esquerda suspeito da prática de vários crimes equivale ao menosprezo que certos mandatários dedicam aos cidadãos de bem e ao Amazonas. É verdade que alguns dos até então agraciados com a cidadania amazonense nada fizeram para merecer tão significativa honraria. Constituem minoria, suponho. Ver-se portador do mesmo título de quem pratica as rachadinhas, compra dezenas de imóveis com dinheiro vivo e condecora torturadores - para dizer o mínimo -, corresponderia a esbofetear os cidadãos dignos antes homenageados. Quantos deles poderiam devolver seus diplomas, evitando a má companhia? Tal galeria seria infamante. Olhando-se horizonte mais amplo, deveria partir das lideranças políticas e empresariais da Amazônia a rejeição da homenagem pretendida, pelo que ela tem de ofensiva aos interesses da Região. Dentre os inimigos declarados da zona franca, o zero-hum-à-esquerda certamente ocupa posição destacada. O mínimo que se pode esperar, diante da ameaça de desrespeito ao Estado e aos cidadãos de bem, é a mobilização da sociedade amazonense - as pessoas dignas que ganharam a cidadania amazonense , sobretudo - e de suas lideranças. Todos os deputados deveriam ser pressionados a resistir, enviando-se a eles mensagens de advertência e protesto, além da lembrança de que, em outubro próximo, lhes será recusada a renovação do mandato pestes a encerrar-se.

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