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Produtores e defensores da desigualdade

Insisto, embora pequena a probabilidade de alterar a disposição desonesta da direita brasileira, que acusa o atual governo de estimular a polarização. Mesmo que não se tenha lido ou ouvido de Lula ou seus seguidores, inclusive os fanáticos, a ameaça de metralhar os opositores. Nem receber as ameaças mantidas sob a regência do governo anterior, que desejou fazer de sua a Polícia Federal. Ou que nunca escondeu de ninguém sua tentativa de apropriar-se do que o próprio presidente chamava de meu exército. Por que esquecer os quatro anos em que não houve um só dia de paz nos lares brasileiros, e não apenas por causa da pandemia e de suas consequências? Que os defensores das armas e da ditadura assim se conduzam, ninguém de boa fé se há de admirar. Parte dos profissionais da comunicação social, alguns auto-considerados analistas políticos, adere porém, às práticas divisionistas que apostam na guerra civil e se esforçam por fazê-la eclodir entre nós. Não contentes pelas responsabilidades por eles assumidas, de que resultou a chegada ao poder dos inimigos da democracia e do estado de Direito, além de incensadores da tortura. A polarização, fenômeno característico da própria democracia, torna-se mais aguda e aparente, quando medra no terreno que lhe é mais fértil - a desigualdade. Marx chamou a isso luta de classes. A desonestidade perversa dos que pretendem tornar submissos todos os pobres volta suas costas para o maior dos nossos problemas - a escandalosa, imoral e desumana desigualdade -, na busca de seu indigno e malévolo objetivo.

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