Poderia ser melhor
- Professor Seráfico

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DES
Se o candidato à suposta capitania hereditária, a ser entrevistado hoje por Renata Vasconcelos e César Tralli for provocado no início da entrevista com perguntas semelhantes às que foram formuladas a Lula, dificilmente alterará o juízo que se tem feito dele. Lula, percebeu-se, mostrou constrangimento ao responder às questões que envolvem seu filho e pessoas do seu entorno e estima. Talvez nem mesmo o candidato à reeleição esperasse ter muito do tempo da entrevista dedicado ao tratamento de problemas policiais. Por isso, lhe terá faltado tempo para mostrar as perspectivas abertas por seu governo ao País, e só ele Lula, tem condições de completar os avanços experimentados no seu terceiro mandato. Desde a defesa intransigente da soberania, até a abertura de novos mercados, como resposta à agressão econômica de Trump. Nem seria reservado tão pouco tempo para mencionar resultados nas áreas de educação e saúde, temas que certamente receberão tratamento leviano pelo candidato a ser entrevistado nesta sexta-feira. Tanto pelo fracasso diante da COVID -19, quanto pelo estrangulamento do ensino, o superior sobretudo, no período que se dedicou a preparar o retorno à capitania hereditária. Lula apresentou menos do que tinha a dizer, talvez esquecido de que quem governou gera nos observadores mais críticas que os ex-governadores de uma unidade da Federação.

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