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Perto do fim

Mais que lamentável, a tolerância, quando não o apoio de grande parcela da sociedade mundial aos propósitos e ações do Presidente dos Estados Unidos da América do Norte, torna-se trágica. Significa, inclusive, a cumplicidade com valores e ações desafiadoras do grau de civilização a que chegamos. Nunca, como hoje, o governo norte-americano cometeu tantas e tão reiteradas agressões contra os interesses da comunidade cuja casa comum é a Terra. É verdade que os antecedentes de Donald Trump fazem de cada palavra, cada gesto e qualquer decisão dele absolutamente infensos ao bom senso e aos anseios da população do Planeta. Quando muitos dizem da imprevisibilidade supostamente característica na conduta de Trump, parecem apenas deixar por menos trajetória pouco recomendável, cujas consequências não poderiam ser outra coisa, senão a crescente degradação das relações internacionais e a inoculação na sociedade humana de valores desafeiçoados da paz e da convivência saudável e próspera. A um só deus o Presidente dos Estados Unidos da América do Norte é reverente e submisso - o enriquecimento material, conquistado lícita ou ilicitamente. Ao propor ao seu cúmplice Benjamin Netanyahu a ocupação da faixa de Gaza e seu uso como área turística, Donald Trump não está brincando. Tanto quanto não se trata de discurso vazio, oca de pretensões, a promessa de que chegará o dia em que o aiatolá Khamenei terá o mesmo destino de Hassan Hussein, do Iraque - a morte. Fosse Donald Trump dirigente de qualquer outra nação, suas palavras, gestos e decisões ameaçariam menos a paz mundial. Pesa ainda, no caso dele, para disseminar o medo e intranquilizar os bilhões de habitantes do Planeta, o fato de que, até agora, foi um de seus antecessores na direção do país por ele atualmente (des)governado, o único a fazer explodir a bomba atômica. Nos primeiros 30 minutos após a bomba cair em Nagasaki, contaram-se 250.000 mortos. Se não houver, dentro e fora dos Estados Unidos da América do Norte forte e permanente resistência contra esse monstro matador de seres humanos, bons costumes e esperanças, a sociedade mundial, antes de sua total extinção, será considerada cúmplice. E terá pouco tempo para levar consigo essa sensação. O tempo que bastará para ser eliminado da face da Terra o último dos animais supostamente inteligentes.

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