Outro ponto
Slogan fartamente usado pelos fascistas, os cristãos-sem-Cristo usaram e abusaram dele, no seu esforço desvairado para entregar o Brasil, suas riquezas e seu povo - a maior de todas as riquezas, como se tem visto - aos pretensos donos do Mundo. Mais que o patético Volodmir Zelensky, títere levado a destruir seu próprio país, os zeros-à-esquerda e seus seguidores faz tempo ajoelham-se aos pés de Donald Trump, põem sobre seus crânios em que só cabem o ódio e as más intenções, o chapéu-senha ameaçador e ostentam e sacodem a bandeira ainda desprovida da 51ª estrela a que o Brasil corresponderia. Essa é a pátria dos patriotas que quase 65 milhões de brasileiros deitaram a correr. A família, merecedora do nome dado a certo tipo de delinquentes liderados por Dom Corleone, famiglia, vista segundo os laços consanguíneos mantidos com os descendentes, não passa por experiência minimamente edificante. O desvario próprio dos que cultuam o enriquecimento material, enquanto a alma chafurda no lamaçal constituído pelo que o bispo da Antióquia São Basílio chamou o esterco da sociedade - o dinheiro - expõe duas jovens que não podem fugir às dificuldades que um DNA perverso traz consigo. Já nem se fale das bacanais postas sob a plena luz solar, porque elas se enquadram no esforço prioritário por constituir patrimônio material. Justo, portanto, deplorar pelos sofrimentos impostos às duas adolescentes, além do constrangimento da convivência com um mentiroso contumaz, seu pai. Por último, a evocação de um deus avesso à solidariedade, agressivo diante do sentimento alheio, constrangido e submisso à injustiça social. Quem sabe, um deus de religião ainda por criar, a que acode o interesse inspirado na violência, na ganância, no desrespeito aos direitos humanos e na Paz!


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