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Ontem e hoje, na Sul América*

Passaremos os próximos 15 dias, eu e parte da família, em cidades da Colômbia. A Cartagena iremos, para assistir a alguns dos espetáculos do Festival Internacional de Música Clássica (04 a 12 de janeiro, todo ano). Com Graça, estarei depois em Bogotá, a capital daquele belo país. Quando estivemos lá, nas décadas dos 70 e 80, a nação libertada do colonialismo por Bolívar ainda não era açoitada pelas milícias, nem pelas forças guerrilheiras que depois se estabeleceram lá. Ou seja, ainda não experimentava a convivência com governo paralelo, como ocorre hoje no Brasil. Daquelas décadas até agora, muita coisa terá mudado na Colômbia. O que se sabe é ela se ter mantido no circuito do mercado, obediente às regras que consideram com exclusividade toda relação humana guiada pelo signo da compra-e-venda. Não obstante, alguns avanços parecem ter ocorrido naquele País, que nem por isso se tornou uma potência mundial, nem erradicou a produção de drogas. A produção de drogas, no entanto, parece permanecer firme e em expansão. Outras sedes do mercado, mais ricas, absorvem tudo quanto é produzido em território colombiano. Cooptada a guerrilha que punha em risco os governos neoliberais, ficou mais fácil aliar interesses coirmãos, o capital garantindo seus lucros e os governantes seguros de sua estabilidade no poder. É isso o que pretendo conferir nessa visita turística, a que não faltará boa dose de café, essa droga de efeitos ainda por serem suficientemente conhecidos sobre o organismo humano. Mais espero dizer, depois que pisar no solo daquele agradável país sul-americano. Da Sul América, como se diz por lá e adjacências...

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*O editor espera a compreensão e a indulgência dos visitantes e leitores, se não mantiver, entre 04 e 16 deste mês, a frequência nas páginas deste blog. Agradece, desde logo.

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