Novo recuo em marcha
- Professor Seráfico

- há 51 minutos
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Ao que se pode observar, não demora o soba norte-americano recuará. É de seu caráter resolver tudo à força, em especial quando aparecem zelenskys dispostos à mais vil e desonrosa submissão. Ainda bem, os símiles do boneco de ventríloquo ucraniano aqui nascidos e aqui enriquecidos pelas formas que sua falta de educação, talento e conhecimento permitiram, não conseguiram os mesmos resultados que seu líder pretendia. Depois de enganados pelo mesmo indivíduo a que ofereceram sua sabujice, veem-se rejeitados pelos patriotas que dispensam outra bandeira, mesmo se - e por causa disso - sabem respeitar e reverenciar os símbolos oficiais de outras nações. Não se deixam enganar, nem se apropriam de bens de terceiros - como as próprias cores da bandeira nacional -, esperando recompensadas tanta venalidade e tanta traição. Se ainda não foram fazer companhia aos que já veem o sol quadrado, perderão por esperar. Seu futuro, recuperada a dignidade que infelizmente anda arredia em muitas das instâncias oficiais, só depende de serem levadas adiante as denúncias e as investigações constitutivas do que se chama devido processo legal. É esse, não a tortura e a criação de mentiras e álibis insustentáveis, que faz a diferença entre uns e outros. Como sói ocorrer onde falta argumento e abundam provas de conduta delinquente. Não seria sensato esperar que, tentando acobertar-se nas asas de corvo poderoso, seriam capazes de desmentir o que disse certo governante que antecedeu Donald Trump. É a Abraham Lincoln que se atribui a ilustrativa frase: é possível a alguém enganar muitos por pouco tempo e poucos, por muito tempo; jamais, enganar todos, todo o tempo. Tanto quanto ao ditador dos Estados Unidos da América do Norte, fomentador da guerra ao mesmo tempo em que reivindica o Nobel a Paz, a sentença pode ser aplicada aos liderados pelo cúmplice de Benjamin Netanyahu. Logo veremos soçobrar, como o Titanic, a farsa do Conselho de Paz. De Paz, Donald Trump só entende quando semelhante à dos cemitérios. É o que diz a ICE, em pleno território que ele desgoverna e expõe ao ridículo.

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