Mais, do mesmo
- Professor Seráfico

- há 5 horas
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Esperar que o candidato a capitão-do mato ontem entrevistado pela Globo dissesse algo diferente do que disse, na entrevista a Renata Vasconcelos e César Tralli, seria admitir que de fezes humanas se faço néam pratos deliciosos. Afinal, insumos, por mais processados e elaborados que sejam, não se desligaram totalmente do que deles resulta. Como ninguém dá o que não tem, o zero-hum-á-esquerda não tinha - como não tem - o mínimo conhecimento de qualquer dos mais importantes e recorrentes problemas com que convive a maioria da população brasileira. Em suma, até nisso a limitação de conhecimentos e as péssimas intenções de que é portador justificam a expressão nem sempre fiel filho de peixe, peixinho é. No caso dele, vê-lo chegar ao Senado só faz sentido se observada a chegada à Presidência, em 2018, de uma pessoa (?) que teria recebido mais que o próprio mérito autorizaria, se guindado ao cargo de chefe de segurança do mais reles e infecto prostíbulo do meretrício. Há, porém uma só novidade a registrar: desta vez, o candidato a capitão-do-mato não desmaiou.

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