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Logo ele!

A decisão do empresário Donald Trump, mais que qualquer coisa, afirma simplesmente e de forma inequívoca, a revogação de qualquer norma ou esforço por manter a paz no Planeta. Em síntese, a pá de cal na sepultura das Organização das Nações Unidas, ao mesmo tempo em que a espada de Dâmocles sobre a cabeça de todas as nações. As agravantes, no caso, resumem-se a duas. Pouco numerosas, mas suficientes para instalar e dirigir justificado medo aos habitantes da Terra. A primeira agravante diz respeito ao poder atômico que tem sustentado a arrogância de Trump, à semelhança de quase todos os seus antecessores na Casa Branca. A outra agravante combina dois fatores, um de ordem histórica; outro, de ordem pessoal. Até hoje, a explosão do terrível instrumento da morte no atacado só foi levada à prática pelos Estados Unidos da América do Norte. A circunstância de ordem pessoal está na conduta do Presidente norte-americano, que os ingênuos atribuem a algum distúrbio de ordem psíquica. Qualquer que seja, a suspeita dos desatentos e inadvertidos analistas em nada concorrerá para trazer paz ao Mundo. Presidentes anteriores a Trump têm seu nome ligado à construção do império em decadência. Uns mais, outros menos, todos puseram pedras no edifício de prepotência e arrogância que pavimentou a chegada de Donald Trump ao poder. Exemplos não faltam, pago ao preço da vida dos belicosos descendentes dos migrantes chegados ao continente pelo Mayflower e de cidadãos de outros países. Destes, mesmo os que apoiaram, lutaram, morreram, emprestaram seus jovens à guerra do Vietnam, à invasão do Iraque e à participação em conflitos desejados e criados por Washington, mundo afora, estão frente à alça de mira de Trump. Esperar dele que recue, além de exacerbada ingenuidade, é expor toda a população humana do Planeta ao risco de morte iminente. Resistir e encontrar meios de acelerar o processo de desfazimento do império é o que há de mais prudente a ser feito. O contrário equivale à cumplicidade. Não é de Trump - logo ele! - que se pode esperar qualquer gesto ou decisão que dignifique a sociedade humana.

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