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Falsa democracia

Setores expressivos da comunidade acadêmica brasileira têm engrossado o coro insensato dos negativistas. Pior, dão crédito ao que dizem certas lideranças e os que as seguem incondicionalmente. Que Donald Trump, e os que a ele se associam mundo afora, cultivem o ódio à humanidade e a ferocidade própria dos monstros, é até compreensível. Não o é, todavia, a adesão de profissionais sensíveis à realidade em que vive a grande maioria da população do Planeta. As promessas e ameaças de Trump, no entanto, não constituem mero instrumento de retórica agressiva. Nem os que o seguem parecem desejar diferente o destino de seus próprios compatriotas, em todos os países onde atuam. Ou seja, nos cinco continentes. A liquidação do povo palestino, empreendida com o apoio oficial do estado norte-americano, parece aproximar-se do momento final. Trump já disse o que pretende fazer de Gaza e dos que o governo israelense expulsou de lá. Para o empresário Trump, sempre mais ousado e odioso, aquele território é quintal - prestes a transformar-se em resort - dos Estados Unidos da América do Norte, cuja extensão territorial ele também arrola como parte do seu patrimônio familiar. Isso, em nação que os "ingênuos" e falsos ignorantes apresentam ao Mundo como regido segundo o modelo democrático. Se isso não basta àqueles membros da comunidade acadêmica para rejeitar a pregação e as decisões do pretenso dono do Mundo, o que dizem eles da censura a trabalhos acadêmicos financiados pela Fundação Fullbright? Até expressões relacionadas às matérias e temas abordados pelos pesquisadores e professores da UFMG estão proibidas. É isso uma democracia?

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