top of page

E agora, Trump?

O comentário não veio de Lula, nem de algum dos que perdoam qualquer erro que o Presidente brasileiro cometa. Nem foi expresso em português, essa língua tão vilipendiada pelos portadores do complexo de vira-latas. Quem o disse, na língua de Shakespeare e sem rodeios, foi a tão lida e celebrada revista britânica The Economist, longe de ser classificada como um órgão de comunicação da esquerda. Não se espere que a matéria passe ao largo dos ataques e mentiras que os discípulos e seguidores de Hitler, Goebells e Trump costumam produzir e divulgar, os calos sentindo-se pisados. Antes, o Primeiro-ministro do Japão revelara admiração por Lula, tido por ele como um dos maiores estadistas destes tempos inglórios. Concorde-se ou não com o político nipônico, sua manifestação deve ser levada em conta, pelo menos em relação ao crescente prestígio que o Brasil vem merecendo na comunidade das nações. Mais, ainda, diz do acerto do governo brasileiro, ao enfrentar a arrogância e a consequente pretensão imperial de Donald Trump. Este, é bom esclarecer, considerado por boa parte do mundo como o modelo imitado pelo que alguns jornalistas europeus já chamam o Trump dos trópicos - que eu sugiro seja apelidado de Trúmpico. (Eureka! Encontrei, pelo menos provisoriamente, a palavra que Mariliz Pereira Jorge tentou identificar, como qualificativo capaz de representar com algum grau de fidelidade, a trágica e abjeta criatura às vésperas de ser recebida pelos guardas penitenciários da Papuda). O guru dele e de seus iguais logo virá com novas ameaças. Para seu ego doentio e nojento, não soa bem saber o que afiança The Economist - a maturidade política e o centro de poder no continente americano, migrou para o Sul. Mais foi dito: o Brasil dá ao Mundo uma lição de democracia.

Posts recentes

Ver tudo
Auriculares

Netnyahu e os que a ele se aliam continuam a inglória tarefa que repete Hitler. Seu patrocinador insiste em pôr o ICE nas ruas para matar norte-americanos ou não, na maioria pretos (lá, chamados negro

 
 
 
Extrema direita derrotada

Ontem, os portugueses elegeram um socialista para a Presidência da República. Com números que jornalistas lusitanos consideram uma lavada, Antônio José Seguro venceu André Ventura, em pleito que pode

 
 
 
Mentira e palmatória

Leio em noticiário recente, sobre o envolvimento de empresas de todo tipo e tamanho, no escândalo (apenas mais um, e não se sabe até quando merecerá a atenção dos media , das autoridades policiais e j

 
 
 

Comentários


bottom of page