Contestado
- Professor Seráfico

- há 6 horas
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Este ano, os Estados Unidos da América do Norte elegem Presidente. A Casa Branca poderá receber o mesmo e execrável ocupante que lá demora há 4 anos. Enquanto os eleitores votavam segundo o rito republicano, apesar de contestado pelo eleito, este transformava-se no soba que pretende destruir o Mundo. O autoritarismo, a ganância, a brutalidade e a aversão de Donald Trump, todavia, não conseguem ao menos atrasar a decadência do império que cabe a ele administrar. Estimulando, financiando e participando do extermínio do povo palestino, ameaçando tomar territórios estrangeiros, interferindo nas questões internas dos paises ou bombardeando locais distantes do continente americano, Trump revela o desespero dos que, sem esperança ou argumentos, pagarão qualquer preço para evitar o previsível sinal. Tão preocupados com a conquista de novos territórios, a submissão de outros povos ao seu autoritarismo e o controle de nações soberanas, Donald Trump não consegue quebrar a resistência de seus próprios compatrícios. Vem daí a série de derrotas experimentadas por ele, nas eleições primárias. A mais recente delas, a vitória de candidato democrata, de corrente vinculada ao DSA- Democráticos Socialistas da América, no Michigan. Nesse movimento, outros candidatos democratas disputarão com ampla probabilidade de superar seus concorrentes republicanos. Em Wisconsin, brevemente, poderá ser dada mais uma resposta desfavorável ao soba de olhos azuis. Uma retomada, em relação ao declínio que Trump vem administrando e agravando? Ainda não se sabe. É alvissareiro, porém, observar que nem todos os cidadãos norte-americanos concordam com os maus propósitos, modos e decisões de Trump. E as ameaças que ele representa para a paz mundial.

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