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Um convertido

Mantivemos fraternas relações com o ex-Prefeito Manoel Ribeiro, morto nesta manhã, quando ele se confessava apolítico. Aproximados dele pelo amigo Djalma Melo, algumas vezes fomos à casa do Manoel, jogar conversa fora, enquanto contabilizávamos os pontos das cartas do buraco. Minhas ideias e convicções eram desdenhadas, quando não objeto de gozação. Meu engajamento contrastava com a indiferença política dele e do amigo que nos aproximara. Feito Secretário de Administração da Prefeitura de Manaus, não passei mais que 20 meses no cargo. Eventualmente, tive contatos oficiais com ele. Convertido e seduzido pelo sabor da política, mesmo sem alcançar o sentido da Política, Manoel era vice-governador do Estado. A Presidência da Associação dos Importadores, já ex-diretor de uma empresa (Alfema), facilitou sua inclusão na chapa que devolveu Gilberto Mestrinho ao governo. Aqui, um depoimento, talvez útil para os que se revoltam contra tanta intolerância e ódio. Uma comparação entre o ontem e o hoje.

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