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Para evitar a guerra

Alguns analistas e especialistas em política e relações internacionais estão convencidos de que a Terra nunca esteve tão próxima de uma terceira guerra mundial. Preocupados com os conflitos ocorrentes em várias partes do Mundo e quanto a presença de Donald Trump na Casa Branca concorre para ameaçar a paz no Mundo, tais estudiosos não descartam o momento em que o presidente dos Estados Unidos da América do Norte repetirá a experiência provocada por um de seus antecessores - o único governante a fazê-lo em toda a História Universal -, em Nagasaki e Hiroshima. Afinal de contas, o botão detonador está nas mãos de Trump e há certas suspeitas de que da cabeça dele não se pode esperar venham exemplos de amor, se não ao dinheiro e ao poder. Há, mesmo, quem afirme não ter ele todos os parafusos necessários, em espaço anatômico que muitos especialistas suspeitam oco. A cabeça de Trump, porém, é cheia, sim: de ressentimentos; complexos, de inferioridade sendo o mais provável, também se alojam sobre seus ombros, tornando-o o ser abjeto que não é difícil identificar. Nada, porém, que não possa ser contido, desde que haja mais governantes, mundo afora, capazes de confronta-lo, respeitosa mas também firmemente. Como o fez o Presidente Lula, faz poucos dias, no ambiente em que se reunia quase toda a comunidade de governantes do Planeta. Diferentemente de Nicolai Zelensky e de Putin, o presidente brasileiro assumiu a posição que um e outro não poderiam adotar. O presidente ucraniano já deu provas de sua fragilidade, como dirigente de um país e como ser humano. Nem será preciso lembrar da cena patética por ele protagonizada, em visita à Casa Branca. Espezinhado, de joelhos diante do belicoso norte-americano, apenas confirmou sua condição de testa de ferro dos interesses a que se dedica o objeto de sua obediência e servidão. Do presidente da Rússia, igualmente, nada se pode esperar que concorra para impedir que o líder autocrático dos Estados Unidos da América do Norte deflagre a Terceira Guerra. O jogo de cena por eles posto em curso só consegue engabelar os tolos, mesmo estando claros os interesses pretextados para a guerra NA Ucrânia. Porque não se trata de um conflito entre os interesses dessa tão sofrida gente eslava contra os russos, mas uma briga que só tende a produzir dois ganhadores - os próprios invasores e os Estados Unidos da América do Norte. Assim, Trump e Putin têm interesses convergentes, defendidos ao custo da vida de cidadãos russos e ucranianos. Há, porém, governantes de países que podem intimidar o arrogante e enfurecido soba da ex-nação democrática localizada na porção Norte do continente americano. Sobretudo porque sua aproximação no BRICS lhes confere maior influência nos destinos do Planeta. De resto, da Humanidade. Dentre essas nações, algumas dispõem de arsenal atômico, possivelmente em conjunto, mais pesado e poderoso que o que tem seu botão detonador nas mãos de um amante das armas e do dinheiro. Logo, da morte - dos outros - também.

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