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Oportuna e infalível

Mais uma vez, desmentiu,-se a máxima. Não demorou, nem foi falha a decisão do Poder Judiciário brasileiro, através de sua maior corte eleitoral. Antes já se desmentira outra das expectativas dos agora derrotados por 5 X 2. É isso que nos diz a recusa da caserna que se respeita, Ficou sem sentido, portanto, a crença de que a justiça sempre farda e talha. O principal derrotado já disse, em reação ao rótulo de condenado com que o TSE, não estar morto. Talvez fosse mais adequado inserir em sua frase a palavra AINDA. Primeiro, porque é remota a hipótese de ver promissor o inevitável recurso ao STF. Apostas aíinda podem ser feitas, apenas com relação ao resultado numérico da decisão. Depois, restam pendentes quinze outras ações, pela inicidência (quando não, reincidência) em dispositivos das leis penais. Se, por enquanto, ele continua a mentir a respeito de sua suposta honorabilidade, aproxima-se o dia em que chamá-lo de corrupto não constituirá calúnia. Bastará que os juízes competentes legalmente também o sejam, quanto ao respeito à Constituição e às leis. Agora, as leis penais. Embora os primeiros ratos comecem a pular do barco, no porão ficando os que pretendem vender caro sua deserção. Afinal, para isso servem o centrão e suas lideranças. Para elas, rei morto é rei posto. Também navegar é preciso. Em barco menos propenso ao naufrágio. Sempre e sempre, o do governo. Seja ele de direita, de esquerda ou de centro. Como se esse de fato existisse.

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