O futuro do Brasil - soberania X ódio
Estamos diante da maior oportunidade de levar o Brasil às mais altas posições no cenário internacional. Feito o anúncio pelo FMI, de que 2027 marcará a reinclusão do País no grupo das 10 maiores nações da Economia global, estamos aptos a confirmar essa previsão, superando o negativismo e a canalhice que o inspira. Não se trata, aqui, do gesto de gratidão daquela importante organização das Nações Unidas, ao ver-se beneficiada - ela mesma, vejam só! - com empréstimo concedido pelo Brasil, efetivadas as reservas cambiais de que somos detentores. Esse pode ser um dos motivos da previsão do FMI. Outros, porém, haverão de pesar na avaliação dos abalizados técnicos e analistas da organização. Um deles, estejamos certos, vem do protagonismo político do governo brasileiro, tornando-o parceiro indispensável a qualquer iniciativa que pretenda superar a maré nazifascista que ameaça a paz no Mundo.. Priimeira das nações fundadoras do BRICS a presidir o novo grupo, ainda hoje é-nos reservado papel especial e destacado, inclusive a Presidência do Banco da nova organização internacional. Nada, porém, é gratuito ou destituído de sentido. Como não resulta de favor, se não do desempenho do governo brasileiro e da persistência com que o atual Presidente da Republica exerce seu mandato. Mais concreto que qualquer outro fenômeno, o modo como Luís Inácio Lula da Silva enfrentou o tarifaço encomendado por meia dúzia de traidores da pátria talvez seja o aspecto mais importante a considerar. De tal sorte foi vitoriosa a resistência do governo brasileiro, que sempre convirá comparar o empenho dos entreguistas que provocaram a sanção à economia brasileira com os fatos que sucederam a agressão à nossa soberania. Ao invés de humilhar-se perante Donald Trump, como ocorreu com Volodmir Zelensky, Lula impôs sua autoridade e se valeu do prestígio internacional de que goza o Brasil e do respeito e confiança que ele inspira à sociedade e governos de numerosos países. Ao contrário dos lambe-botas e joaquins silvério dos reis, que, hipócritas, pregam patriotismo trajado com as cores e ligados aos slogans dos que na verdade sentem sua inferioridade diante do potencial que o vasto território do Brasil encerra. De tal sorte, que a sorte do Brasil está posta na mão dos brasileiros, neste 25 de outubro decisivo. Continuar a trajetória que preserva a soberania e nos recoloca na posição prevista pelo FMI, ou tornar-nos o quintal de nação estrangeira, transformada em valhacouto dos traidores de todas as pátrias. Desta vez, a dinheirama despejada pelos entreguistas e seus financiadores e sócios enfrentará o que Santo Tomás chamava a ira bona, representada pelo título eleitoral. SOBERANIA e DIGNIDADE hão de vencer o entreguismo, o nazifascismo e o ódio!



Comentários