O dia da Amazônia e as lágrimas do capital*
- Professor Seráfico

- há 2 horas
- 1 min de leitura
Alis grave nil.
🦉🦉🦉
Neste 5 de setembro, Dia da Amazônia, o professor José Alcimar de Oliveira propõe um ensaio raro: um diálogo entre três pensadores separados por séculos e geografias — Francisco de Assis, Spinoza e Gaston Bachelard — para pensar a floresta, seus rios e seus povos originários não como paisagem a ser explorada, mas como matéria viva onde natureza e espírito se confundem. Ao completar 800 anos da morte do santo que deu nome ao rio São Francisco, o autor tece uma reflexão filosófica e poética que também é, no fundo, uma denúncia: a de que o mesmo capital que finge chorar diante da destruição amazônica é o que segue produzindo, com mãos ensanguentadas, o desmatamento, o garimpo predatório e o agronegócio envenenante que ferem de morte a floresta e seus povos. Leis mais.
*O autor é filósofo e professor da UFAM.

Comentários