O dia da(o)florista e as pragas da antevéspera da primavera
- Professor Seráfico

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Alis grave nil
José Alcimar de Oliveira*
Em "O Dia da(o) Florista e as Pragas da Antevéspera da Primavera", José Alcimar de Oliveira parte da comemoração de setembro — mês da primavera e do Dia da(o) Florista, e também o mês do seu próprio aniversário — para refletir sobre o clima político brasileiro às vésperas das eleições presidenciais de 2026: uma quebra de sigilo no STF que hegemoniza o noticiário, o silêncio de instituições que deveriam resistir ao avanço golpista, e a aposta arriscada de uma extrema direita que só tem o antipetismo a seu favor. Encerrando com uma meditação sobre o silêncio e o inferno em Thomas Merton, o autor — professor de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas — costura crítica política e reflexão teológico-filosófica num texto pessoal e alarmado sobre os riscos institucionais do momento.

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